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Bite me!

Fui com minha irmã assistir a Crepúsculo, filme baseado em um romance de sucesso de Stephanie Meyer, que, em livro, já tem continuação lançada por aqui, Lua Nova.

Antes de mais nada, confesso: adoro vampiros. Sou fã de Drácula, de Bram Stocker, com o charmosíssimo Garry Oldman; também adoro Entrevista com o Vampiro, baseado no romance de Anne Rice e com pencas de galãs hollywoodianos; amava Buffy, a Caça Vampiros e Angel, séries de TV com os seres e assisti Vamp com entusiasmo no início da década de 90.  Portanto, a história do casal que se apaixona, ainda que uma das partes tenha dentes afiados já me agradava de saída.

E Crepúsculo é bom, sim. Ainda que muito adolescente. Uma menina – Bella – se muda do Arizona para uma cidadezinha chuvarenta de Washington. Lá, se apaixona pelo cara mais estranho da escola, Edward, branco feito cera, gelado, bizarramente forte e… lindo! Absolutamente fantástico. E, óbvio, um vampiro, que também cai de amores e luta para não lanchar seu amor…

Vale a pena conferir! 🙂

Add a comment 28 de dezembro de 2008

Ainda indignada

Inegavelmente, ainda estou chateada com tudo o que aconteceu ontem. E a irresponsável mau comportada aqui ainda teve pauta na Reserva Cultural hoje de manhã. Se fosse bem sacana, poderia ter faltado. Vão me mandar embora mesmo, para que me preocupar, não é?

Depois de ir ao shopping e de fazer as unhas, à noite vi meu irmão e assisti a “Alguém Tem que Ceder”. Muito fofo, apesar de não estar em uma fase romântica da vida…

Add a comment 20 de setembro de 2008

Married and the city

Consegui ver Sex and the City – O Filme, finalmente. Fã da série que sou, não tinha como não gostar, não me derreter, não amar ver a Carrie com o Big. E apesar de tudo isso, consegui ver, sim, pontos fracos no longa.

Primeiro porque o foco principal do enredo parece ser resumido em uma palavra: casamentos. Carrie tenta casar com Big, mas não consegue. Samantha vive uma crise por não poder seguir seus instintos pelo fato de estar casada. Miranda descobre ter sido traída em seu casório com Steve. E Charlotte teme ter uma vida / casamento tão perfeitos que qualquer desvio se torne um abismo. Todas lutam para manter seus relacionamentos, como se apenas deles viesse o sentido da vida.

Concordo que ter um relacionamento adoça a vida. É mais fácil viver, ser tratável, sentir-se bem quando se ama alguém. Porém, dizer que só estando feliz em um bom casamento é que é possível estar de bem com a vida soa exagero. Se a história fosse a de quatro homens, talvez não houvesse a necessidade da instituição. Machismo em uma série que sempre primou por ser inovadora e por fugir às regras da sociedade conservadora norte-americana.

Um dos blogs que leio disse que a grnade quantidade de grifes e sapatos do filme era irritante. Não. Triste é perceber que em pleno século XXI, ainda há quem veja graça em um conto de fadas em que a mulher só pode ser feliz quando o príncipe encantado lhe dá um castelo com closet gigante e sapatos de US$ 2500.

Add a comment 31 de agosto de 2008

O que a música é capaz de fazer

Ainda secando lágrimas depois de assistir a O Som do Coração (August Rush). O filme foi indicado ao Oscar de Melhor Canção e conta a história de um virtuose da música, que impressiona a todos por tocar e compor com apenas 11 anos. Ele foi abandonado por seu avô materno em um orfanato para não atrapalhar a carreira da mãe, uma violoncelista que engravidou de um baixista de banda de rock. Foge do lugar para procurá-los e cai nas garras de um “pai de rua”, o Mago.

É maravilhoso. Simples assim. Mostra um lado da música que raríssimas pessoas conhecem, aquela que está em todos os lugares, em cada pedaço do Universo e que é capaz de unir almas distintas. (Quando digo que não consigo parar de chorar, não estou de brincadeira).

Lembra que outro dia escrevi que costumo cantar quando estou muito estressada? É por isso. Preciso voltar a ficar equilibrada com a vida. É o jeito que encontrei.

O que me faz lembrar de tantos fatos, tantas músicas, tanta gente. E me faz querer deixar para trás tudo o que não me leva à felicidade, para alcançar muito mais do que metas.

Add a comment 22 de agosto de 2008

Ai, meu Cosmos…

Nunca havia assistido um filme de José Mojica Marins. Zé do Caixão, como já disse, era muito pouco conhecido. Sabia que era terror e sabia que era trash. Só não sabia que era tanto.

Encarnação do Demônio é o final de uma trilogia, que também tem À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964) e Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver (1967). Demorou 40 anos para ser produzido. Em parte porque Mojica não era levado à sério até pouco tempo atrás: os críticos o viam como um louco e só de quinze anos para cá passaram a vê-lo como um gênio do terror. E em parte porque Zé do Caixão realmente parecia ser maldito, pois nesse período, dois produtores quiseram levar o filme às telas, mas morreram antes de conseguir. Finalmente, Paulo Sacramento, da Olhos de Cão e os irmãos Caio e Fabiano Gullane, da Gullane Filmes, venceram a maldição e o filme ficou pronto na semana passada. Assim, a primeira exibição pública do longa aconteceu esta noite, na competição de Paulínia.

Depois de 40 anos preso, Josefel Zanatas, o Zé do Caixão, continua sua busca pela mulher superior que irá parir seu filho perfeito. Ele mata qualquer um que tente impedi-lo, enquanto é perseguido pelos fantasmas de seu passado. Para quem se espantava com a crueldade do personagem nos filmes anteriores, um alerta: era fichinha perto do que ele faz agora. Mojica parece ter se impressionado com obras como Jogos Mortais e tascou cenas para lá de desesperadoras em Encarnação… . Prepare o estômago!

1 comentário 9 de julho de 2008

Rita de Cássia

Antes de ver o novo longa de Zé do Caixão, passou Rita Cadillac, a Lady do Povo, documentário de Toni Venturi em competição no I Festival Paulínia de Cinema.

Rita me é muito querida, tive a honra de conhecê-la quando fazia assessoria de comunicação na Trash 80’s. Ao contrário das musas da poupança de hoje, ela tem visão, sabe das coisas e não se deixa levar pela fama. Até porque, já passou por inúmeros altos e baixos, desde a época em que nem era chacrete. E isso Venturi consegue captar muito bem. Vale assistir.

Add a comment 9 de julho de 2008

Caberia em um Fusca

Primeiro longa-metragem da mostra competitiva do Festival Paulínia de Cinema, Nossa Vida Não Cabe num Opala me causava muita curiosidade. Pouco sabia sobre o enredo, mas o nome pelo menos me parecia bem original.

Vamos à história: três irmãos marginalizados tentam manter o que chamam de família depois que o pai morre. A mãe é uma figura a muito esquecida, só aparece rapidamente, interpretada por Marília Pêra, em cena que quase poderia ser suprimida. O mais velho, Monk (Leonardo Medeiros), é um ex-boxeador, puxador de carros, com uma cara um tanto quanto ensebada (dá a impressão de que ele não toma banho há dias…). O do meio é o impagável Milhen Cortaz, que dá vida a um outro ladrão de carros. E o terceiro, Slide, vivido por Gabriel Pinheiro, é o que não sabe o que quer da vida. Tenta roubar carros, mas é pego. Tenta o boxe, mas não sabe se dará certo. A única menina é Magali, vivida por Maria Manoella, que toca piano em uma churrascaria de quinta categoria, mas sonha tocar no Municipal.

O texto original era uma peça de Mario Bortolotto, que virou cult com ela. Ok. Pode até ser que os intelectuais achassem o máximo. Sinceramente? Não gostei. A impressão que dá é que ninguém se sentia confortável com o que estava fazendo. Fica tudo muito artificial. Principalmente o final. Parece que o dinheiro acabou e o diretor resolveu dar cabo da obra mesmo sem terminá-la. Muito bafafá para pouca coisa.

Add a comment 6 de julho de 2008

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