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Bite me!

Fui com minha irmã assistir a Crepúsculo, filme baseado em um romance de sucesso de Stephanie Meyer, que, em livro, já tem continuação lançada por aqui, Lua Nova.

Antes de mais nada, confesso: adoro vampiros. Sou fã de Drácula, de Bram Stocker, com o charmosíssimo Garry Oldman; também adoro Entrevista com o Vampiro, baseado no romance de Anne Rice e com pencas de galãs hollywoodianos; amava Buffy, a Caça Vampiros e Angel, séries de TV com os seres e assisti Vamp com entusiasmo no início da década de 90.  Portanto, a história do casal que se apaixona, ainda que uma das partes tenha dentes afiados já me agradava de saída.

E Crepúsculo é bom, sim. Ainda que muito adolescente. Uma menina – Bella – se muda do Arizona para uma cidadezinha chuvarenta de Washington. Lá, se apaixona pelo cara mais estranho da escola, Edward, branco feito cera, gelado, bizarramente forte e… lindo! Absolutamente fantástico. E, óbvio, um vampiro, que também cai de amores e luta para não lanchar seu amor…

Vale a pena conferir! 🙂

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Add a comment 28 de dezembro de 2008

Preguiça de carão

Adoro cinema, principalmente quando o filme é bem água-com-açúcar, daqueles que fazem as mocinhas suspirarem. Por isso mesmo, é fácil notar que não sou muito chegada a eventos como a 32ª Mostra de Cinema de São Paulo. Raramente meu gênero preferido tem vez.

Pior que isso, só notar as “caras de Estadão” que circulam pelos cinemas nesta época do ano. Parece que todos conhecem cinema como Rubens Ewald Filho e cada um quer mostrar que conhece mais a obra daquele cineasta iraniano que, depois de passar pela fase filmes substantivos – A Maçã, O Jarro -, agora caiu na onda dos adjetivos puros…

Apesar de acreditar que desenvolvi um pouco meu lado crítico com Paulínia (que, note-se, foi legal exatamente porque não contou com os carões), sei que tenho muuuuuuuito a aprender ainda. Pena que seja uma das poucas pessoas que aceitam isso e não tentam se passar por gênio da raça nos cinemas paulistanos…

Add a comment 20 de outubro de 2008

Meu primeiro festival

Foi dia de encarar um novo desafio, daqueles que sabia que podiam acontecer, mas não cria muito. Depois do almoço em família, peguei uma van e vim para Paulínia (SP), local que sediará o mais novo festival de cinema do país.

Para começar bem, a primeira pessoa que conheci foi Ademar de Oliveira, dono de várias salas de cinema pelo Brasil, como Espaço Unibanco de Cinema e Unibanco Arteplex. Só por isso, já valeria ter vindo. Ficou melhor. Outro companheiro de viagem foi Luiz Carlos Merten, crítico de cinema de O Estado de São Paulo, respeitadíssimo e muito simpático.

A viagem é curtinha, Paulínia fica a aproximadamente 120 quilômetros da capital paulista. O atual prefeito decidiu usar o muito dinheiro da cidade, vindo principalmente da exploração da maior refinaria petroquímica verde-e-amarela, para transformá-la em um pólo de cinema, uma Hollywood brasileira. Para tanto, ergueu do nada uma escola voltada para o tema – Escola Magia do Cinema -, instaurou uma film commission respeitável, que dá subsídios financeiros e técnicos para as produções aqui realizadas e, mais visível de todos os projetos, construiu o Thetro Municipal, em frente ao reformado prédio da Prefeitura. Mais de R$ 50 milhões em obra magnífica, de diexar muito teatro de metrópoles pequeno.

O I Festival Paulínia de Cinema veio para mostrar que o projeto é realmente sério. Ganhou apoio de todos que o viram de perto e trará ao pequeno município, filmes nacionais que a população não poderia ver não fosse o evento: Paulínia não tem cinema.

A inauguração do teatro contou com a presença de dois monstros sagrados da telona nacional, Fernanda Montenegro e Fernando Meirelles.

Hoje, teve início o festival mesmo, que teve como mestres-de-cerimônias Dan Stulbach e Maria Fernanda Cândido. Depois de uma apresentação chamada Trem 58, coreografada e dirigida por Fernanda Chamma (quantas Fernandas, não?), os apresentadores anunciaram os filmes que ganharam verba municipal para começarem a ser rodados. Entre eles, Cabeça a Prêmio, do global Marcos Ricca e o novo de Tata Amaral.

Em seguida, Paulo Goulart e Nicete Bruno receberam prêmios Menina de Ouro (nome dado ao troféu do festival), por suas carreiras e Dercy Gonçalves, aos 102 anos, subiu ao palco para receber o seu, emocionada e emocionante.

O primeiro longa da competição exibido foi Nossa Vida Não Cabe num Opala, de Reinaldo Pinheiro. Ele e sua equipe falaram um pouco sobre o filme, que começou logo em seguida. Como é? Bom, isso é assunto para o próximo post.

Sempre vi meu irmão participar desses eventos, mas nunca havia estado em um. De repente, me vi cercada por pessoas que admiro, como Merten e Ademar, e tratada como se fosse um deles. Caraca, como assim? É por esse tipo de coisa que vida de jornalista vale a pena. 🙂

Add a comment 5 de julho de 2008

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