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Deliciosa tradição

Steiner, em Itu (SP)

Steiner, em Itu (SP)

Após uma traumática experiência gastronômica na semana passada, que, unido à Yaz me fez sofrer com enjôo e vômito durante boa parte da semana, neste domingo voltei a me deliciar em um bom restaurante.

Para chegar a ele, a história de como chegamos lá.

Sempre que passávamos pela entrada do Circuito das Frutas na rodovia dos Bandeirantes, meu pai dizia que um dia ainda nos levaria para Itu por ali, para vermos a bela estrada que serve de caminho e comermos o filé fantástico que um restaurante ali servia.

Hoje pela manhã fomos a Campinas, onde trabalhei durante algumas horas da manhã, em um screening.

Na volta, meu pai sugeriu trocarmos o fast food que nos aguardava em São Paulo (SP) – e do qual estou extremamente enjoada – por uma passeio mais longo, até Salto e Itu. Com o dia lindo que estava, não é difícil imaginar que mamãe e eu topamos na hora.

A estrada que leva às cidades é bonita, mas nada de absurdo. Várias pedras em montanhas que devem ter milhões de anos, mas nada mais.

O restaurante tão falado fica no centro de Itu (SP), na rua Paula Sousa, perto do centro. Chama-se Steiner e tudo é em português e alemão no local, que já tem 106 anos de existência.

Couvert

Couvert

Para começar, pedimos as bebidas (Bohemia long neck para meus pais, Coca-Cola Zero com limão, sem cubo de gelo para mim) e optamos por pedir um couvert da casa, pois a fome já apertava… Itu é famosa por ter coisas maior que o normal. Bem, o couvert era assim. Um monte de comida. Se não estiver com fome, nem tente ou não chegará ao prato principal. É uma delícia! Conservas, saladinha, dois tipos de patê, pães, manteiga, frios… Serve perfeitamente quatro pessoas e sobra.

Filet do Alemão

Filet do Alemão

Para prato principal, pedimos o 1021, Filet do Alemão: filé mignon recheado de queijo, presunto e tomate, acompanhado de risoto da casa e batatas sautê. Veio perfeito, no ponto, sem sangrar (detesto carne sangrando), com as batatas firmes sem ser duras e o risoto sem ser pastoso demais. Tamanho? Extra Grande, como já se poderia esperar. Serve, novamente, quatro pessoas.

Pudim de leite

Pudim de leite

Para encerrar com chave de ouro, pedimos sobremesa. Mamãe e eu comemos torta de morango e papai, pudim de leite. Tudo muito bom, fresquinho, saboroso. Café e aí, a “penosa”, de, aproximadamente R$ 150, cinqüenta reais mais barata que a do Out(ch)back…

O atendimento é ótimo, os garçons são muito simpáticos e solícitos, o ambiente é aconchegante, mesmo com o salão enorme de casa do século XIX e o banheiro? O banheiro seria a alegria de qualquer cafona que se preze!

Flores...

Flores...

Recomendo muito, adorei! Vale a viagem até Itu!

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Add a comment 7 de dezembro de 2008

Contrastes

O Rio de Janeiro é realmente lindo. Abençoado com uma natureza esplêndida, com praias belíssimas, um visual de tirar o fôlego. Infelizmente, não é só isso.

Aqui, lembramos o que é medo, o que é pobreza, o que significa falta de condições mínimas de vida. Não falo só do Centro, da praça Tiradentes, da Rio Branco, do Largo da Carioca, tristemente deteriorados. Falo de Ipanema, onde é mais nítida a diferença. Na mesma calçada, turistas endinheirados, quase transparentes e falando em outra língua e gente que não tem dinheiro para comprar um picolé de limão. Gente que vai à praia e não pode comprar um biquini ou sunga, supérfluos, mas que faz a disparidade ainda mais clara.

Percebemos o quanto somos higienistas mesmo sem querer. Como não ficar desconfortável quando se vê meninos apontando uns para os outros quem será a próxima vítima de assalto? Como não achar, depois disso, que todos os garotos pobres são prováveis assaltantes? 😦

São Paulo não é segura, bem sei. Mas, pelo menos lá eu sei onde e como agir. Aqui, sinto-me completamente indefesa. O Rio é uma ilha, cercada de violência e medos por todos os lados. Triste.

E não, isso não é uma crítica à pobreza. É auto-crítica, de quem não se manifesta quando os ladrões e corruptos agem, de quem deixou há muito de se indignar e permite que o povo, aquele que mais precisa de ajuda, seja negligenciado até chegar a este ponto. Vergonha de mim. Vergonha dessa classe média babaca e hipócrita.

Add a comment 19 de julho de 2008

Cristo Redentor

Chegamos ao Rio, mamãe e eu, às 6h da manhã, como previsto. A viagem foi ruim, porque um casal insistiu em achar que o ônibus era motel sobre rodas. Vontade de mandar a menina guardar o bichinho dela na jaula de volta. Coisa feia!

Fomos para o hotel, guardamos nossas malas e tomamos um belo café da manhã. Fófis estava muito animada, mesmo depois da viagem xarope e de assustar com o nada belo cenário da Baixada Fluminense e com o Centro da cidade.

Depois de andarmos por perto do hotel por alguns minutos, decidimos ir visitar o maior cartão postal brasileiro e uma das novas sete maravilhas do mundo, o Cristo Redentor. Sabe tudo aquilo que dizem sobre a estátua ser magnífica e a vista deslumbrante? É a mais pura VERDADE. Não tem como não se emocionar. De lá de cima, entendemos porque a cidade é sim maravilhosa e porque tantos poetas a cantam. Inesquecível!

Subimos de trenzinho, pelo meio da floresta. O passeio é meio salgado – R$ 36 – mas vale muito a pena. Parece brinquedo da Disney em paisagem natural.

Voltamos pelo Rio Sul, mas quase não conseguimos andar. Muito frio lá dentro. Alô, administração! Carioca não precisa virar pingüim!

Voltamos ao hotel, dormi por duas horas e meia e fui para a faculdade, para uma aula bacana com o professor Davi Lobato sobre estratégias de empresa. Se tiverem chance, assistam.

Feliz, muito feliz! E acho que mommy também!

Add a comment 18 de julho de 2008

Mais um daqueles eventos, daquelas viagens

Dia de viajar a trabalho e conhecer dois pontos “turísticos” de Uberlândia (MG): o aeroporto e a associação comercial.

Mas foi bom e me fez voltar para casa curiosa e com mais um ponto de interrogação e possibilidade na cabeça. Coisa que já tinha acontecido antes e tornei a sentir.

Foi divertido, apesar da correria e do desespero na hora de voltar. Tem dias em que queria poder mandar em minha própria vida, sem dever nada para meus chefes.

O evento foi o de sempre, sem tanta choradeira, sem grandes novidades. Daqui a pouco, serei capaz de dar certas palestras caso o convidado não possa comparecer. Rotina de trabalho, trabalho de rotina.

1 comentário 28 de maio de 2008

Bragança, dia 3, dia D

Depois de mais de dois meses de preparativos, finalmente chegou o dia D para minha prima e para o noivo dela. E, como madrinha, foi dia de correria para mim.

Tive que pular cedo da cama e a ansiedade ajudou o sono a ir embora. Fomos buscar meu irmão, que veio sem dormir depois da balada, tomamos café da manhã em família e fui para o cabeleireiro. Dica para as bragantinas: querem um penteado bacana sem deixar muito dinheiro no caixa? Podem ir ao salão que fica em um prédio em frente ao fórum da cidade e pedir para serem atendidas pelo Eduardo. Ele é incrível. Muito simpático e ótimo profissional!

Almocei na casa da mãe da noiva e lá fui maquiada por uma profissional. Comentário do meu pai para mim: “Moça, eu vim buscar a Rô, você pode chamá-la para mim?”. Sim, nem eu mesma acreditei no tanto que o make-up ficou glam. Aí, foi só tomar um banho de contorcionista (para não molhar a cabeça ou o rosto), colocar o vestido e correr para o abraço, ou melhor, para a igreja.

Foi extremamente emocionante. Estávamos todos lindos e felizes, principalmente a noiva, é claro. E chegou a ser engraçado vê-la de braços estirados para mim, chorando de emoção na hora dos cumprimentos. Minha boneca, a prima com quem sempre dividi tudo, agora é uma mulher casada. Feliz também por ter o noivo oficialmente na família. Depois de nove anos, tava mais do que na hora.

A festa foi divertida como poucas na vida! Os noivos demoraram a chegar ao local e foram precedidos de um vídeo em que fotos e imagens do próprio dia do casório contava sua história de amor e como cada pessoa estava na vida deles. Nem eu sabia, mas tenho foto com o noivo! E com a noiva, óbvio! Eles entraram com direito a fogos brilhantes e discurso da noiva, para agradecer a presença de todos. Mais tarde, ela voltou ao microfone para agradecer o amor dos pais e do irmão. Borrei minha maquiagem inteira de novo…

Dancei pencas e, no momento mico da noite, dancei “Sandra Rosa Madalena” com um amigo do meu tio e surpreendi a todos, até a mim mesma, com a palhaçada que fiz!

O que mais ouvi foram elogios. E gente me dizendo o quanto estava parecida com a Marilyn Monroe. Ahã. Depois da pneumonia tripla, só se for!

Foi ótimo. Só posso desejar muitas felicidades aos noivos!

Add a comment 24 de maio de 2008

Bragança, dia 2

Apesar de muita alergia pelo pó do quarto mal limpo, o dia foi bacana.

Durante o dia, fomos a Monte Sião (MG), Águas de Lindóia (SP) e Serra Negra (SP), passear. As três cidades têm fama por venderem malhas e roupas de inverno por preços apetitosos. Mas tudo o que comprei foram dois pares de luvas de meio-dedo. Meu pai até estava empolgadinho para fazer compras (milagre!), porém, mommy e eu não gostamos nada do que vimos. Ok, realmente existem blusas vendidas a R$ 10 no lugar. O que ninguém conta é que a lã é de péssima qualidade, daquela que enche de bolinha e esgarça na primeira lavada. Quer dizer, blusas descartáveis. E o que é bom, custa tão caro quanto custa em São Paulo. Serviu para aproveitar o sol e andar…

Em Serra Negra, almoçamos na lanchonete Famiglia Gianotti, em uma pracinha simpática. Panquecas ótimas e baratinhas (R$ 7). A conta toda deu R$ 31, uma pechincha. Fica a dica!

À noite, depois de tirarmos um cochilo cheio de espirros no raio da pousada, fomos jantar com a família da noiva, os tios dela, meu par e os pais dele no Play Off, complexo de quadras para alugar com pizzaria do meu tio. O noivo é o responsável pelo preparo das pizzas, inclusive da massa. Treinado no Bruno, em São Paulo, meu afilhado faz a iguaria divinamente. Se estiver em Bragança, não perca!

Foi bom também para conversar com a dona noiva e saber como ela estava um dia antes do grande dia. Que é amanhã!

Add a comment 23 de maio de 2008

Por fim, a vala

Não, eu não morri. A vala de que falo foi uma, em uma estrada de terra, às 4h40 da manhã, quando tentava voltar para São Paulo. Felizmente, consegui tirar o pneu do carro do buraco sem estrupiá-lo muito (apenas alguns arranhões na parte plástica do pára-choque), mas fiquei tão tensa que pensei que ia ter um treco.

Cheguei em São Paulo, deixei minha mala em casa e fui para o trabalho. Mal esquentei a cadeira e fui para outra pauta, na Zona Norte.  Reunião sonolenta e eu semi-morta. Saí de lá e avisei que não voltaria para a empresa. Pô, acordei de madrugada já trabalhando. Achei que merecia descanso depois de tanta correria e trabalho.

E fiquei com a Fófis um tempão. E ouvi do meu pai que ele estava com saudade. E foi tão bom me sentir segura, com pessoas que amo e que me amam.

Add a comment 21 de fevereiro de 2008

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