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Véspera de Natal

Não entendo como tem gente que não gosta desta época do ano. Caraca, eu adoro!

De manhã, fui com meus pais comprar os presentes finais e dar uma volta no shopping que, por incrível que pareça, estava transitável enquanto estivemos lá.

Depois, fui arrumar o cabelo e fazer as unhas, me preparar para Papai Noel.

Como sempre, passamos a véspera na casa de minha avó paterna, o que significa muitas risadas e diversão. Além de uma comilança de fazer gosto!

O mais importante é lembrar o quanto amo minha família e o quanto sou amada por eles.

Feliz Natal!

Feliz Natal!

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Add a comment 24 de dezembro de 2008

História

Recebi um bolo de fotos de família de minha tia. Farei um vídeo com elas, para comemorar os 90 anos de minha avó paterna. E foi emocionante vê-las com meu pai. :~

Reclamo, banco a má, finjo que não ligo, mas, no fundo, me importo muito com isso, com saber de onde vim. Porque me ajuda a saber quem sou e para onde devo ir.

Deu uma saudade imensa do meu avô, de quando ele estava conosco fisicamente. De ouvir as histórias que ele contava repetidamente aos domingos, aquelas que sabíamos de cor e que hoje só ouvimos em nossas lembranças daquelas tardes.

Também foi divertido ver minhas tias-avós jovens, no auge da vida, elas que hoje são tão velhinhas.

A vida passa depressa demais e nos leva para lugares que nem sempre entendemos. Contudo, ao ver as fotos, tive uma certeza: Deus mais uma vez foi maravilhoso comigo e me colocou em duas famílias que me enchem de orgulho e alegria.

Add a comment 16 de novembro de 2008

O que eu também não entendo

“Se eu tivesse dez anos a menos, acho que ainda arriscaria ter um desses com você…”.

Se eu tivesse dez anos a menos, não poderíamos estar juntos, pois seria menor de idade e chave de cadeia, por conseguinte. Acho que nos encontramos no momento certo, quando já não precisava mais provar nada para ninguém e nem buscava mais o homem perfeito. Você não é perfeito e, por isso mesmo, é tão interessante. Vejo em você muito mais do que vi em outros homens que passaram por minha vida. Não teremos um filho. Mas teremos uma bela história para contar, mesmo que tudo acabe amanhã.

“Durmo sozinho muito mais vezes do que gostaria…” (enquanto me abraçava e adormecia).

Eu também. Ainda que, na maior parte do tempo atualmente, tudo o que realmente queira seja dormir como dormimos hoje: juntos, entrelaçados, felizes. Sinto-me segura e completa com você ao lado, gosto de sentir o tanto que você busca estar perto e me proteger. No entanto, sei que temos responsabilidades e vidas que não comportam momentos assim todos os dias. Temos que aproveitar quando isso acontece, viver com intensidade cada minuto de carinho.

Por mais certa que esta história nos pareça, sabemos que ela precisa terminar. Por hora, falta-nos coragem, mas, cedo ou tarde, este momento chegará. E aí, quero saber que estive lá, que fui inteira sua e que não me arrependo de nada.

Add a comment 8 de novembro de 2008

:D

O medo passou, a alegria veio e se instalou.

Desde que estamos juntos, não lembro de ter ficado um dia inteiro triste. Coincidência? Não! Nós dois sabemos que elas não existem. Existe este gostar que cresce a cada dia, a cada telefonema, a cada saída. Existe o beijo quando entro no carro, sua mão na minha, seu cheiro bom que fica dias em mim, seu sorriso de menino, seu jeito de me tratar único; meu sorriso idiota quando ouço sua voz, minha vontade imensa de nunca mais parar de te beijar, minha loucura de ter você tão junto de mim, tão misturado que, durante alguns segundos, possa ter certeza de que somos um.

Não me importo em saber para onde estamos indo, desde que estejamos juntos. Juntos, mesmo que com vários Estados a nos separar. Porque pode demorar 5, 10, 20 dias, um mês, o tempo que for, você já está aqui dentro. E daqui só sai se quiser.

Add a comment 10 de outubro de 2008

O cara

Para meu irmão foi a primeira palavra que falei. Não papai, mamãe, “Mácio”. Foi “Feia!”. Assim mesmo, com exclamação, para chamar a atenção. Tudo porque ele não mexeu comigo quando chegou da escola. E, durante toda a vida, foi assim: ele na frente, eu atrás dele, tentando chamar a atenção. Não do mundo, mas do irmão. Porque ele é uma das pessoas mais importantes de minha vida, é meu espelho, meu orgulho, uma alegria imensa que Deus colocou ao meu lado. Brigas? Tivemos e teremos, nenhuma mais grave, contudo. Afinal, ele mesmo me ensinou – entre milhares de outras coisas – que só brigamos com quem nos importa. Mas, muito maior é o amor que nos une e que nos faz próximos, mesmo quando ele está com suas “rodinhas” por aí…

Meu irmão é O CARA!

Add a comment 27 de setembro de 2008

Tempo rei

Depois de dois anos, contei para ele que fui apaixonadinha por ele quando trabalhávamos juntos. Foi meio estranho, principalmente porque não é uma situação comum. Não é todo dia que você vira para um cara e fala: “Então, fui apaixonada por você”.

Podia dizer que não sei por que fiz isso, mas sei sim. Era um peso para mim olhá-lo, falar com ele e saber que nunca sequer cheguei perto de ser totalmente sincera com ele. Apenas em dois casos em minha vida não abri o jogo de verdade. E é uma droga. Porque mesmo que não exista mais intenção nenhuma, você olha o cara e pensa: “Nossa, será que teria rolado?”. É meio estranho…

Não teria acontecido, agora sei. Ele desconfiava, ficou na dele e esqueceu do assunto.

Pausa para todos me chamarem de looser. Pode falar, eu deixo.

Ainda assim, fiquei contente em ter contado. É um exercício interessante. Porque quando estamos bravos com alguém ou alguém pisa no nosso calo, falamos despudoradamente que odiamos, que estamos com raiva, soltamos os cachorros. Mas na hora de dizer que gostamos, que sentimos, que alguém é bacana o suficiente para querermos estar junto, travamos.

Neste sentido, posso me considerar quase totalmente feliz. Afinal, o amigo de Londres, o da Espanha, o da Alemanha (afff, haja Europa!) e o da faculdade souberam por mim mesma do tanto que gostei dele. Faltava ele e um outro. Este ainda não dá. Quem sabe daqui a dois anos… 😛

Add a comment 23 de agosto de 2008

CTA

Engraçado porque quando alguém fala em amor, você ainda me vem à cabeça, mesmo que saiba que não o amo mais como amei um dia. Leio meus textos de dois anos atrás e percebo o quanto foi enorme em minha vida, o quanto vivi por você durante aquele tempo. Apesar de querer achar motivos para me repreender, neste momento só consigo pensar que era tão mais simples e tão melhor do que o que acontece agora.

A primeira vez que te beijei, achei que o mundo tivesse parado. Foi quase um pré-enfarte, uma sensação de que o coração ia explodir de tanto bem-querer. E a primeira vez que fomos para a cama, preciso me desmentir, foi a primeira vez em que tudo realmente deu certo. Em nenhum outro momento de minha vida, senti as coisas sumirem e voltarem daquela forma. Talvez por isso, o que deveria ser um fogo de palha virou um incêndio tão longo.

Quando olho para minha vida agora, percebo que, mesmo com toda a ilusão e desilusão, era mais feliz então. Porque você podia não ser o meu namorado, podia não me amar como eu queria, mas estava lá, sempre pronto para conversar, sempre sorrindo e me dando força. À sua maneira, que poucos entendiam, mas lá. Você aceitou ser amado, permitiu que me aproximasse, não temeu ser engolido por um sentimento que notou ser genuíno. Jamais me enganou ou fingiu sentir algo que não existia. E, de uma forma como só você é capaz de fazer, você me fazia sentir amada, querida, necessária.

O que não era visto por todos era o que mais nos unia. Conversas que iam do apoio ao pornográfico, às vezes em pouco tempo. Risos que poucas pessoas na vida conseguiram me arrancar, mas que vinham fácil com você. Felicidade instantânea em olhar em seus olhos e perceber aquela cara que só eu conhecia, mais ninguém. Orgulho danado de ser parte da sua vida.

Para você, escrevi meus textos mais sinceros e também os mais difíceis. Se nunca sabia o que dizer quando precisava congratulá-lo, tinha menos noção ainda de como dizer que meu coração doía em pensar que era hora de dizer adeus, que não achava correto me manter próxima quando você ia ser um homem casado. Coisas que hoje me parecem pequenas, por saber que você sabe o quanto respeito suas escolhas e por conhecer a mulher que escolheu.

A verdade é que, em alguns dias, quando coloco a cabeça no travesseiro, desejo de todo meu coração poder voltar no tempo e ser a menina que te amava e que crescia por fazê-lo. É você quem imagino quando penso em alguém que me entende e que gosto de ter por perto. E são as lembranças que você me deu as que guardo com mais enlevo.

Obrigada por estar em minha vida, obrigada por aceitar meu amor, obrigada por ser meu amigo, obrigada por me fazer rir mesmo de tão longe. Amo você. Sempre. Muito.

Add a comment 2 de julho de 2008

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