Posts filed under: ‘Arte‘




Madonna!

Apesar do título com exclamação, preciso confessar que não me empolguei tanto quanto esperava com o show da tia.

Saímos da casa da N.  às 15h30. O portão principal deveria ser aberto às 17h, então, achamos que quando chegássemos lá, as filas já teriam se esvaído. Engano. Os portões abriram quase 18h e a fila de nosso portão de entrada ziguezagueava pela calçada e pela pista fechada da rua do Estádio do Morumbi. Uma bagunça! Quando pegamos nossos ingressos, um ambulante amigo confidenciou: “Melhor guardar isso na bolsa, moça, senão alguém passa e leva…” Assustadas, esperamos chegar à entrada de fato para puxar os tíquetes. A proibição de entrada de máquina fotográfica parece não ter chegado aos guardas da revista, que não encostaram um dedo em ninguém. Minha carteirinha de estudante (que, aviso, é verdadeira, já que fiz pós este ano…) sequer foi olhada!

Entrar no Morumbi é emocionante. Sou corinthiana, mas não sou injusta: o campo é bonito, bem cuidado e gigante. Divertido ver o mundo do ponto de vista dos jogadores de futebol… Tomei um energético e a N. pediu uma Coca-Cola. Paguei R$ 12 e ela, R$ 3. Aceitável. Duro foi a pipoquinha que ela comprou: R$ 5!

Perto de onde estávamos havia uma lojinha com produtos oficiais da turnê. Não quisemos comprar camisetas lá fora porque eram feias e custavam R$ 20. Lá dentro, o susto: uma camiseta tão estranha quanto, R$ 60! Fala sério. Os óculos em formato de coração, que nem dá para usar fora do estádio, R$ 30. Na 25 de março por R$ 2…

Eis que as 20h, horário marcado para o início da apresentação, sobe ao palco… o DJ Paul Oakefold! O cara é muito bom, vira como se isso fosse fácil de fazer, blablabla Whiskas Sachê. Só que estava frio e ninguém estava lá para ver um DJ. Começo de irritação. Que só piorou com o fim do set e o atraso total de duas horas de tia Madgie!

Pensei que quando ela aparecesse, toda o cansaço e saco cheio sumiriam. Sinceramente? Não foi bem assim. Quando ela finalmente apareceu, foi um desespero, difícil enxergar, gente se amontoando e um monte de gente sem educação nos ombros do namorado, que não permitia que mais ninguém visse nada.

“Candy Shop”: música para procurar um jeito de ver aquele pontinho preto com cabelo amarelo que pula no palco.

“Beats Go On”: Ah, ela está ali. Poxa, não é que ela chuta com força mesmo? Pena que ela fez isso igualzinho nos show do Rio… Muito técnica! E o carro? Cara, o Roberto Carlos colocou um calhambeque no palco em 2004. Qual a novidade nisso???

“Human Nature”: Legal o vídeo com a Britney, mas o desânimo e o cansaço do público é nítido. Todo mundo paradinho, com cara de nada.

“Vogue”: Como assim, é um bootleg com “4 Minutes”? E como assim, ela não canta a música inteira??? Nhé…

Vídeo de “Die Another Day” e performance em ringue: Bem feito, novamente, mas nada de tão maravilhoso assim…

“Into the Groove”, com remix bootlegado com “Jump”: Olha, ela consegue pular corda! Deve ter visto aquele filminho da Disney e se empolgou! O telão mostra um vídeo inspirado ou copiado de Keith Haring. Ponto para Madonna! E, no final, a letra da música, pra ajudar os pobres fãs brasileiros, que, em geral, só olham embasbacados para o palco, pois não falam nem hello em inglês…

“Heartbeat”: Animal! Não achava a música grnades coisas, mas no palco ficou muito boa. Coreografia bacana, a voz da cantora está igual a do CD. Aliás, palmas para o sistema de som, maravilhoso!

“Borderline”: Momento vergonha alheia da noite. Ela desafinou do começo ao fim, só pode ser proposital. Porque se não for, acho melhor ela trocar a música antigona da próxima turnê!

“She’s Not Me”: Detesto a música, mas é divertido vê-la desmontando seus clones. E lembrei muito de um certo Terrorista, que bem merece ouvir isso! No final, com o beijo na cópia da Madonna de “Like a Virgin”, o público gritou pencas. Bobagem, beijo técnico, que ela sempre dá, em todos os shows.

“Music”: Zzzzzzzzzzzzz… Amava esta música na pista, mas não funciona pra show. Falta muito???

Vídeo remix de “Rain”: Xoxo. Amo a música, mas o vídeo é meio bobo. O final é bonito, aquela chuva gigantes e a introdução de…

“Devil Wouldn’t Recognize You”: Minha música preferida do CD, linda e emocionante. Os backing vocal deram show o tempo todo, mas nesta música foi impressionante. Ficou idêntico ao CD e lindo do mesmo jeito! Amei!

“Spanish Lessons”: Odeio! E achei idiota ela tocar isso aqui. Podia ter trocado por algo menos vergonha alheia! A música é ruim grava e ao vivo.

“Miles Away”: Chiclete! É bárbara no palco, dá vontade que não termine nunca! Deve ser uma barra tocar essas coisas tristes depois de uma separação. Ponto para o profissionalismo!

“La Isla Bonita”: E o Morumbi vem abaixo! Lembrei tanto da Trash… Ainda que o final com aquela musiquinha italiana não tenha nada a ver com o clima tropical da canção…

“Doli, Doli, Doli”: Hã?! Música romena? Ah, vai, é engraçadinha… A moça dançando no palco me lembrou a Ângela na Trash, com o Magal… Quantas referências…

“You Must Love Me”: Chorei feito criança ao ouvir a Diva cantando isso. Lembrei de tantas vezes em que me tranquei no quarto e ouvi isso até mal conseguir abrir os olhos de tantas lágrimas. Muito doloroso, mas MUITO bonito. Emocionada demais!

Vídeo que termina com o Obama: Go, Obama, go! É isso aí, Madonna!

“4 Minutes”: Dancei e vibrei muito. Divertido ver o Justin Timberlake em um telão ambulante, repetindo a coreô do clipe com a Madonna ao vivo.

“Like a Prayer”: Eu fui ao delírio. Não sabia mais nada: quem era, onde estava, como tinha ido ao paraíso sem aviso. A única coisa que fiz de racional foi discar o número do meu irmão e deixá-lo ouvir Madonna cantar, comigo aos berros no fundo. Catarse no Morumbi! Obrigada, “God”, por me permitir ter este momento e esta vida fodona que tenho! 🙂

“Ray of Light”: Começamos a ir para a saída do estádio. E dançamos num enorme espaço vazio da pista como se não houvesse amanhã. Gritei a música mais uma vez. E fica a pergunta: por que a vida não pode ser a Disco Fever de 1998?

Pedido de fã: “Like a Virgin”: Sem banda, mas com todo o coração do público, que não se importou com a clara falta de tesão da cantora com relação ao show e cantou com toda a força. Detalhe: ela errou a letra e percebeu porque o público cantou certo!

“Hung Up”: Hora de ir embora, correndo! Não gosto de “Confessions on a Dance Floor”, queria sair logo para não ser esmagada, enfim, ouvimos de longe, enquanto procurávamos um táxi, que, sem o show terminar, já era artigo de luxo na porta do local. Tivemos que subir a rua toda para encontrar um!

Pelo rádio, ouvimos a última canção: “Give It 2 Me”. E os agradecimento mecânicos do final do show.

É legal? É. Vale a dinheirama que custou? Não. Por um motivo simples: ela mais parece um robô que um ser humano. Tudo é muito calculado, muito perfeitinho. E os telões e efeitos são muito, muito fraquinhos.

Amo Madonna, sempre vou amar. Mas em CD e DVD é mais fácil não ter desilusões. Se hoje tivesse que ir ao show de novo, não sei se teria saco…

Anúncios

Add a comment 18 de dezembro de 2008

Conclusões

Já dizia Matrix: “A ignorância é uma benção.” E eu completo, a inteligência, uma tortura. Esta foi apenas uma das conclusões a que chegamos, meu irmão e eu, em uma conversa hoje.

Parece que estamos cercados de gente lesada, que não consegue enxergar além das aparências mesmo, que foram engolidas pela Matrix que é a percepção limitada da vida. Gente que teme por coisas que não deveriam e não notam o perigo onde ele realmente está.

Gente que se quiséssemos e não gostássemos, enganaríamos facilmente. O que não fazemos porque só de imaginar, o coração dói. Coração, este idiota que mais apanha que bate…

Coisa de mulher, que, outra máxima a que chegamos, é sempre destemperada. Ou temperada com excesso de hormônios, que nos fazem emoções ambulantes e exageradas, difíceis de serem levadas, mesmo com todo o amor do mundo.

Tanta vida em tão pouco viver de fato.

Add a comment 15 de dezembro de 2008

Saudade dos craques que não vi jogar

Por Carlos Mesquita

Que saudade de épocas que não vivi, mas das quais muito já ouvi falar e que, em mim, despertam a mais profunda curiosidade. O genial Canhoteiro, homem inexistente em tempos nos quais brilham imperadores do vigor físico, driblava de forma única. Muitos de seus lances, comentam, davam a impressão de que ele atravessava o corpo dos marcadores. Eram jogadas quase sobrenaturais. Afora artistas, os futebolistas pareciam, em última instância, malabaristas dotados de um poder especial que os alçava a um patamar que pobres mortais nunca alcançariam. A longos metros de distância e às vezes com as vistas embaralhadas pela presença adversária, achavam e lançavam um companheiro em posição privilegiada. Gérson, O Canhotinha de Ouro, foi um desses mestres. Segundo muita gente, usava as mãos em vez dos pés.

Passadas várias décadas, a despeito dos avanços que a medicina esportiva proporcionou aos hoje atletas de alto rendimento, raros são aqueles que cultivaram a tal da visão periférica. Desenvolveram a massa muscular em detrimento da massa encefálica. E é por esse motivo que sujeitos limitados, daqueles que tocam a bola de lado, achando o parceiro de equipe a míseros centímetros, são tratados como craques; segundo o ditado, em terra de cego, quem tem um olho é rei. Dizem que servem para cadenciar a partida. Pelo que já escutei, entretanto, quem fazia isso de verdade, quando não desequilibrava com seus dribles desconcertantes, obviamente, era Garrincha, ponta-direita que nasceu no pequeno município fluminense de Pau Grande e que brilhou nos maiores estádios de que se tem notícia. Fora dos gramados, era um bon vivant, sim. Adorava rosetar. Tanto que deixou filho até nos países nórdicos (Ulf Lindberg, que deve estar beirando os 50), fruto de uma noite de amor com uma camareira, no ano de 1959, quando foi jogar na Suécia com o Botafogo.

Das legítimas lendas do futebol tupiniquim, produto de exportação mais genuíno na história brasileira, os jogadores de nossos tempos herdaram os vícios e a falta de juízo para as finanças. Parafraseando a garotada, gostam das noites de baladas, em que bebidas e mulheres mal-intencionadas vêm fácil e, quando partem, levam suas conquistas. Não conseguem repetir, todavia, as façanhas a que os amantes de cabelo branco do esporte tiveram o privilégio de assistir do alto das arquibancadas.

É claro que muitas paixões esbarraram nas traves da frustração desde que Charles William Miller voltou da Europa, com uma idéia na cabeça e uma bola embaixo do braço, entre o fim do século 19 e o começo do seguinte. A fim de sintetizar a história, poder-se-ia afirmar que, em parte por causa do sabor amargo das derrotas, o amor virou um vírus, que transmitiu uma doença perigosa. E esta, propagada entre radicais nefastos que se denominam torcedores, pode ser letal.

De qualquer maneira, o teor passional e saudável da época em que o “Negão da Vila Belmiro” desfilava habilidade jamais vista e reproduzida tornou-se escasso. A cada temporada, foi perdendo terreno. E tudo porque o garoto pobre da periferia que iniciava nos campos de várzea, da forma mais pura, despretensiosa e espontânea que havia, foi assassinado e o corpo dele, escondido embaixo do gramado sintético que forra os campos de soçaite.

Como esporte de massa despido de ideologias, o futebol não discrimina ninguém. Assim, a camada mais remediada, aquela que tem divisas para bancar escolinhas de craques aposentados para os pequenos filhos burgueses que demonstram alguma ou nenhuma intimidade com a pelota, passou a apostar fichas nesse negócio lucrativo. Embora tortuoso, é o atalho mais cobiçado para acumular fortunas.

Com isso, o principal combustível ficou pelo caminho. O espaço que o dom nato cavava foi ocupado, quase por completo, por interesses mercantilistas. Em seu lugar, restou apenas um rastro de afinidade que tem de ser seguido e, acima de tudo, nutrido religiosamente em centros de treinamento. Para que não seja perdido e não dê prejuízos a empresários. A ele, somou-se a famosa e badalada medicina interdisciplinar. Teoricamente, ela auxiliaria um potencial qualquer a se transformar em uma supermáquina moderna, dessas que vão de 0 a 100 em milésimos de segundo. Sem derrapar. Com esse esboço, uma simples partida teria tudo para recuperar, em princípio, o status de espetáculo que já ostentou. O que se vê nos campos, entretanto, é oriundo dos tempos da pedra lascada. Com um mínimo de inteligência e classe, homens das cavernas, envergando uniformes de agremiações tradicionais, disputam lances cheios de truculência. Argumentam, ainda, que futebol é coisa de macho, de “cabras” grandes, fortes e ferozes que, curiosamente, caem no gramado como crianças desamparadas e morrem do coração como pessoas que já cumpriram todas as suas obrigações. Talvez porque o corpo seja pouco para suportar as exigências do mercado atual.

Em marcha acelerada, o futebol-arte veio sumindo nas últimas décadas em nome do estilo operário, solidário, no qual o meia, o atacante, os alas e o centroavante (se é que isso existe) voltam para marcar os oponentes. A pedido do “professor”. Sempre. Para a falta de capacidade dos comandados, os treinadores acharam uma bela saída. Aos apreciadores, no entanto, ela soa como desculpa.

Não importa se escalam o time no 3-5-2, no 4-4-2 ou no 4-3-3. Querem sempre compactar o plantel. Todo mundo perto, afinal, dispensa uma visão mais ampla e não deixa espaços ao adversário. Na esteira desses benefícios, vem ainda uma porção de outros. É mais fácil marcar o adversário, tomar a bola, localizar o parceiro, tocar com rapidez, chegar ao ataque e fazer gol. Ufa! Os jogadores especializados em passes longos, assim, entraram em extinção e a tendência é de que surjam, cada vez mais, cabeças-de-bagre. E, conseqüentemente, que mais bolas sejam chutadas para o mato, mesmo que não decidam jogos de campeonato.

Ecoando pela chamada crônica esportiva, estão os reflexos dos campos. Se antes havia belos textos de Nelson Rodrigues e de um Armando Nogueira inspirado, as análises atuais não têm brilho nem poesia. Porque estão carregadas de estatísticas e julgamentos parciais, limitando um dos esportes mais queridos da Humanidade a raciocínios matemáticos, financeiros e distorcidos. A beleza do futebol, entremeada de carga afetiva, foi efetivamente posta de escanteio, que algum perna-de-pau bateu fazendo aquela curva por trás da meta do arqueiro.

Da era de Arthur Friedenreich (o Pelé do amadorismo) até aqui, o futebol tornou-se um negócio sério demais, apreciado por muitos engravatados que lhe roubaram a essência. Não que não tenha de ser tratado com valor, importância e decência, sobretudo no que tange a organização e o respeito aos freqüentadores de estádios. Precisa, contudo, resgatar primeiro o caráter de diversão e espetáculo, com “artistas” comprometidos, leais e talentosos, capazes de entreter homens e mulheres de todas as idades com o romantismo de outrora. Sem, entretanto, a violência arrebatadora que esvaziou os templos do futebol. É o esporte do povo. E não o ópio. Por isso mesmo, faz-se necessário recuperar sua dignidade e seu magnetismo, misturando, quem sabe, as paixões passadas aos números e às ciências atuais. Numa proporção balanceada.

Que saudade do atrevimento de Canhoteiro, da bicicleta de Leônidas, do refinamento de Zizinho, dos passes longos e precisos de Gérson, dos dribles de Garrincha e dos chutes potentes de Rivellino, ídolos que não vi jogar, mas que, de tanto ouvir falar, sinto como se os tivesse acompanhado desde o pontapé inicial de suas carreiras!

 

 

 

 

 

 

Add a comment 25 de fevereiro de 2008

Favourite place

Era para eu ter trabalhado durante todo o dia, mas resolvi que não ganho tão bem que mereça dar meu final de semana todinho só para fechar antes.

Depois de ir à cabeleireira (ai, que delícia!), fui almoçar com minha família e rumamos para a Pinacoteca do Estado, aqui em São Paulo. Para quem não conhece, vale muito a pena. Há quatro exposições por lá no momento, fora o acervo fixo do segundo andar: Tarsila do Amaral, Boris Kossoy, Fundação Estudar e Ledo Ivo.

A primeira é uma de minhas grandes paixões. Tarsila foi uma das molas propulsoras do modernismo brasileiro. Foi muito emocionante ver A Negra, Abaporu e Antropofagia juntos. Só hoje percebi – meu Deus, como sou pomba-lesa – que o último é a união dos dois primeiros. A alegria das cores da artista nos anos 20 dá uma tremenda vontade de criar uma coleção inteira de moda com inspiração nela, na fã de Poiret. O final da vida é triste, porém, a arte a fez imortal. Vale ler os painéis com a biografia da grande dama da arte brasileira.

A Cuca da Tarsila - homenagem ao Gordinho

Não entrei na sala de Boris Kossoy. Estava cansada e, por conta de minha eterna escoliose, com dor nas costas. Sei que ele é uma sumidade em fotografia no Brasil e que é membro da USP. As fotos dos banners no exterior da sala são bonitas, mas nada que me animasse.

A Fundação Estudar foi uma grata surpresa. Narrativas e Versões era o nome da exposição de obras que foram doadas à Pinacoteca pela Fundação. Um mar de Debret e artistas que retrataram o país, principalmente nos três séculos depois do descobrimento. Como cidadã, me senti agraciada e agradecida.

Por fim, Ledo Ivo toma conta dos salões que ligam as salas de exposição climatizadas com obras muito coloridas, que dão vontade de viver e sorrir. Vontade enorme de pegar o maior e mais coloridos dos quadros e colocar na parede do meu quarto.

A famlia aplaude Ledo Ivo. Eu quero esse quadro!

Amo a Pinacoteca, é meu museu preferido em São Paulo. Nunca me esquecerei de ter visto Rodin pela primeira vez lá, depois de nove horas de fila. Nunca me esquecerei de ter ido passear por lá e pelo Parque da Luz com o querido Henrique, quando voltávamos de nossas aventuras no mundo exterior pela primeira vez. Naquele café, passei horas de uma conversa que mudou muita coisa em mim.

Recomendo.

Gordinho, nosso guia, descansa depois de muita andança…

2 comentários 9 de fevereiro de 2008

Páginas

Categorias

Links

Meta

Agenda

novembro 2017
D S T Q Q S S
« dez    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Posts by Month

Posts by Category