Na tela da praia

3 de janeiro de 2008

Dança da redação

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Now playing: Rita Lee – Doce Vampiro
via FoxyTunes

Contente logo pela manhã. Minha avó paterna faz 89 anos hoje, uma dádiva tê-la conosco por tanto tempo. Sweet blue eyes.

Há pouco, dançava com minha companheira de reportagem e editora de cinema Toddynho pela redação. Dá-lhe Noriel Vilela…

E aqui estou, para falar de alguns DVDs que assisti durante as férias. Como trabalho com isso, ganho muitos filmes e nem sempre dá tempo de assistir. Aí, levei uma caixa deles para a praia e assistia quando não estava muito ocupada em comer camarão e olhar o mar azul.

Comecei por uma série sobre a qual escrevi em DVD News, Weeds. O elenco é encabeçado por Mary-Louise Parker, que conhecia de Angels in America. Ela é uma jovem viúva que vende maconha para sustentar os dois filhos e manter o padrão de vida da família. É auxiliada por um cunhado, um contador e um advogado viciados e tem como amiga uma ex-cheerleader puritana que descobre ter câncer e ter sido traída pelo marido. Adorei! Boas risadas, humor negro, ótimo passatempo. E adeus american way of life.

No dia seguinte, soco no estômago com Nação Fast Food (por enquanto só nas locadoras), que nem a presença da patética Avril Lavigne consegue estragar. Um executivo de uma cadeia de fast food no estilo Mc’Donald’s investiga em que ponto da cadeia de produção há contaminação da carne utilizada para produzir o sanduíche mais famoso deles. Supersize Me fictício, muito bem feito. Não dá tanto nojo quanto eu imaginei, mas faz pensar no que comemos por aí sem saber. Eca!

Em uma manhã de preguiça, foi a vez de Transformers. Não quis ver quando saiu no cinema, achei meio bobinho fazer um filme sobre aqueles brinquedinhos antigos. Errei feio. O filme é muito bacana, fiquei apaixonada pelo Bumblebee, que fala por músicas (e elas, por vezes falam mais que todas as palavras) e pela preocupação em fazer robôs factíveis. A história pode não ser nada “megalomeuDeus”, como diria uma amiga minha. Mas convence e encanta. Entretenimento de qualidade. Ideológico sim, óbvio. Os americanos adoram achar que podem salvar todo mundo. E daí? Se fosse para pensar, veria nouvelle vague.

Emocionei-me com A Rainha e mais uma vez entendi por que o povo britânico ama tanto sua soberana. Não deve ser fácil estar na pele de Elizabeth II e ter que enfrentar situações como a morte daquela que foi a não-princesa mais aclamada de todos os tempos. Foi ainda mais interessante porque asssiti Elizabeth, a Era de Ouro dias antes (antes que achem que surtei, vi na primeira exibição para jornalistas, sem legendas e com apenas um colega ao lado). A atual não perde em nada para sua antecessora do século XVI.

À noite, com meu pai, vi Os Infiltrados e quer saber? Não gostei. Acho que a Academia enfiou vários Oscar no Scorcese para se desculpar por não tê-lo feito antes. O filme mesmo é aborrecido de tão chato. Se arrasta por horas e chega a uma conclusão pouco convincente. Troféu do Sono para ele!

No domingo antes do Ano Novo, vi na televisão De Repente 30. Tinha curiosidade de vê-lo desde os tempos em que ainda trabalhava na Trash 80’s e não me arrependi. Ok, ainda acho a Jennifer Garner um picolé de chuchu e demorei para saber se achava o mesmo do Mark Ruffalo ou se ele era pelo menos passável. Venceu a segunda opção. Tá, o cara não é lindo de morrer, mas é o tipo de homem charmoso, que dá vontade de afofar. Nhac para ele. O roteiro é bem fechadinho, água-com-açúcar como deve ser. Somos frutos de nossas escolhas e, como já li uma vez, quando Deus quer nos castigar, atende nossos desejos.

Revi Cassino Royale com meu padrinho. Recomendo, Daniel Craig não deve nada como James Bond e fez com que os outros filmes ficassem histórias de criança nas cenas de ação.

Por fim, para esperar 2008, finalmente consegui assistir Shrek Terceiro. Decepção. O filme é bom? Sim. Tem boas piadas? Sim. Mas perto do segundo, fica no chinelo. Momento para recordar: ouvir Live and Let Die e rir com meu primo, ao lembrarmos de nossas pré-adolescências cheias de Guns and Roses. A trilha sonora, aliás, é ponto forte em toda a franquia, que ainda contará com mais dois longas.

Ufa! Gostaria apenas de enfatizar que o que escrevo aqui não são críticas profissionais. São opiniões pessoais, que quero compartilhar. Quer ler algo mais consistente? Leia DVD News. 🙂

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