Informação aplicada é conhecimento.
Conhecimento aplicado é competência.
Competência aplicada gera alto desempenho.
Duro é criar competência, se ela já não vem instalada no sujeito. Difícil fazer alguém aprender a separar o que é bom do que é lixo em meio ao mar informacional que é a internet.
Em conversa com o Professor Mestre Gordolino Ribeiro, também conhecido como meu irmão, contei que discutíamos a pós-modernidade em sala (virtual) de aula. Ele respondeu que a pós-modernidade já havia passado e que vivemos agora a era digital, em que tudo tornam-se dígitos, há a conversão midiática total. Bom, acho melhor reproduzir a conversa.
Gordolino: creio que a pós-modernidade acabou
eu: visões do novo ambiente de negócios
então, conta pra GV
Gordolino: vivemos enfim a era digital
eu: pq eles não se deram conta
Gordolino: midiática por excelênciae de convergência total…
eu: tudo converge para a máquina?
13:32 Gordolino: não
de certa maneira
tudo se converte em sequência numéricas
e pode ser mostrado na computador, para o mundo todo pela web
13:33 tá tudo no dígito agora
TV, rádio, jornal, negócios…
eu: computador = máquina
Gordolino: sim
13:34 eu: meu medo é que o moedor de carne humana tenha esse nome
Gordolino: extensão de nossa inteligência
McLuhan
eu: faz sentido
Gordolino: total Rô
13:35 eu: o duro é fazer as pessoas entenderem como lidar com tanta informação e conhecimento
Gordolino: é um risco
eu: como não ser sugado
Gordolino: mas o capitalismo sempre mói a carne
13:36 mas como somos narcotizados pela nossas próprias extensões continumamos entorpecidos pelo mundo que nós próprios criamos e que nos modifica enquanto modicamos ele..
dei essa aula ontem e na última semana
quase pirei meus aluninhos.. rs
eu: estou com eles
mas vou usar essa sua aula na minha aula
com créditos, óbvio
posso?
13:37 Gordolino: hahaha
pode Rô
isso é público
McLuhan discute desde os anos 60
eu: e eu não consigo passar do capítulo 2
socorro!
13:38Gordolino: eu já ampliei a discussaõ do livro, mesclei com Bahktin e a agora cruzo com Lúcia Santaella
13:39 eu: vou ali me matar e já volto
Como se pode ver, a falta de cérebro não é algo que seja hereditário. Acho que os neurônios foram para ele e eu fiquei com o vácuo.
Mas que adorei a conversa, não me sentir completamente perdida nela, sem dúvidas… Principalmente porque ela também prova a hipótese do meu jovem mestre. (L)