Por fim, a vala

21 21UTC Fevereiro 21UTC 2008

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Não, eu não morri. A vala de que falo foi uma, em uma estrada de terra, às 4h40 da manhã, quando tentava voltar para São Paulo. Felizmente, consegui tirar o pneu do carro do buraco sem estrupiá-lo muito (apenas alguns arranhões na parte plástica do pára-choque), mas fiquei tão tensa que pensei que ia ter um treco.

Cheguei em São Paulo, deixei minha mala em casa e fui para o trabalho. Mal esquentei a cadeira e fui para outra pauta, na Zona Norte.  Reunião sonolenta e eu semi-morta. Saí de lá e avisei que não voltaria para a empresa. Pô, acordei de madrugada já trabalhando. Achei que merecia descanso depois de tanta correria e trabalho.

E fiquei com a Fófis um tempão. E ouvi do meu pai que ele estava com saudade. E foi tão bom me sentir segura, com pessoas que amo e que me amam.

Entry Filed under: Diário, Viagens

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